Clássicos

Toyota 2000GT de 1967 é o verdadeiro porta-estandarte Japonês

Um clássico nipónico intemporal.

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O Toyota 2000GT não é apenas um dos modelos mais emblemáticos oferecidos pela fabricante nipónica, é também um dos clássicos de alto desempenho mais raros que já saíram da Terra do Sol Nascente.

Este exemplar em particular é uma das 62 unidades de volante à esquerda que chegaram aos Estados Unidos, originalmente propriedade do famoso piloto e colecionador Otto Linton durante mais de três décadas. A Toyota construiu apenas 351 2000GTs no total entre 1967 e 1970. Este Toyota 2000GT de 1967 foi restaurado pela Maine Line Exotics no seu Solar Red original em 2006 e é apresentado numa condição imaculada, enquanto se dirige para o leilão da RM Sotheby’s Elkhart Collection no próximo dia 1 de maio.

Fonte: Darin Schnabel ©2019 – RM Sotheby’s

A potência tem origem num motor de seis cilindros em linha de 2.0 litros com uma cabeça de cilindro de duas câmaras Yamaha, debitando 150cv transmitidos às rodas através de uma transmissão manual de cinco velocidades e um diferencial traseiro de deslizamento limitado. O 2000GT também foi o primeiro carro japonês com discos de travão nas quatro rodas e suspensão de coilover.

Fonte: Darin Schnabel ©2019 – RM Sotheby’s

O interior apresenta um painel de folheado de madeira criado pela divisão de pianos da Yamaha, um volante e maçaneta em mogno e assentos de couro preto.

O Toyota 2000GT foi criticado por ser muito caro. O carro “halo” da fabricante japonesa era de facto mais caro do que outros carros desportivos da época, incluindo o Porsche 911 e o Jaguar E-Type, que claramente desempenharam um papel durante a inspiração do processo de design do 2000GT.

No entanto, este é um dos carros desportivos mais raros e colecionáveis da década de 60 e, como tal, estima-se que ele alcance entre US $ 700.000 (645.000€) e US $ 850.000 (785.000€) no leilão.

Sobre o Autor

Márcio Ribeiro
Márcio Ribeiro
Cresceu no seio de uma família onde os automóveis eram vistos como meros objetos, mas isso não o fez perder a paixão que lhe corre nas veias. Co-fundador da VolanteZone, vê neste projeto uma forma de partilhar a sua paixão e unir a comunidade automóvel lusitana.

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