Supercarros e Hipercarros

O Koenigsegg Jesko é um autêntico míssil

A nova versão do Jesko da Koenigsegg tem um pacote aerodinâmico significativamente menos agressivo para uma velocidade máxima de um míssil.

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Ao observar o Koenigsegg Jesko, é difícil não te distraires com a asa traseira. É enorme, além de ser uma beleza da engenharia. O problema é que, embora seja excelente para curvas rápidas, uma peça tão aerodinâmica irá gerar grandes quantidades de arrasto e dificultar a velocidade máxima.

Isto não é o ideal quando há uma nova guerra de velocidade em andamento. A Bugatti acendeu a fogueira com uma corrida impressionante de 489 km/h no seu Chiron Super Sport e, enquanto isso, o Hennessey Venom F5 e o SSC Tuatara estão a ser preparados para a glória dos 480km/h. Mas Koenigsegg tem uma resposta – abandonando a asa gigante do Jesko para criar o Jesko Absolut.

Fonte: Koenigsegg

No lugar da asa estão agora duas asas inspiradas em jatos de caça que arrumam o fluxo de ar, aumentando a estabilidade em altas velocidades e diminuindo o arrasto. Porém, está longe de ser a única mudança – o Absolut vem com carroçaria traseira estendida, menos aberturas de ventilação e grelhas na frente e uma altura de condução mais baixa.

Como na versão mais orientada para a pista do Jesko, a propulsão vem de um V8 de 1600cv e 1363Nm twin-turbo. Esta potência aciona as rodas traseiras através de uma complicada transmissão de sete embraiagens e nove velocidades. O próprio pensamento de como isto tudo pode funcionar vai provavelmente dar-te dor de cabeça.

Fonte: Koenigsegg

A redução da força descendente significa que a condução “poderia ser um pouco mais suave”, diz a Koenigsegg, o que “torna a Absolut muito divertido, mas também verdadeiramente confortável”. Está realmente a Koenigsegg a “vender” o Jekso Absolut como o hipercarro que podes conduzir diariamente? Parece que sim!

Fonte: Koenigsegg

Sobre o Autor

Márcio Ribeiro
Márcio Ribeiro
Cresceu no seio de uma família onde os automóveis eram vistos como meros objetos, mas isso não o fez perder a paixão que lhe corre nas veias. Co-fundador da VolanteZone, vê neste projeto uma forma de partilhar a sua paixão e unir a comunidade automóvel lusitana.

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