Desporto Motorizado

Documentário sobre Schumacher, prova que Michael era um dos grandes

Revelações chocantes num documentário totalmente novo.

Michael Schumacher era uma pessoa notoriamente reservada. Não precisávamos do novo documentário da Netflix para nos dizer que o alemão mais rápido de todos não era fã dos holofotes. Era educado (principalmente) ao interagir com os mídia, mas raramente mostrava como a sua mente funcionava. Schumacher foi um livro fechado.

A menos que tenhas vivido sob uma rocha, deves estar a par do novo documentário da Netflix, intitulado “Schumacher”. Só para que conste, acredito que a Netflix o fez mais para revigorar o interesse pela F1 do que qualquer outra coisa, durante uma época em que perdeu milhões de fãs.

A sua série automobilística, Drive to Survive, continua a encantar fãs e não fãs. Porquê? Porque durante anos, o tratamento de relações públicas arruinou o desporto. O drama foi tratado a portas fechadas e os condutores foram desencorajados a partilhar os seus sentimentos sobre quase tudo. A única exceção foi Kimi Raikkonen, que fará muita falta. A sua abordagem inexplicável é coisa de lendas.

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Mencionamos o Drive to Survive porque isto é essencialmente o que Schumacher é. Conta a história de Michael Schumacher por através de entrevistas com a sua esposa, família, amigos, chefes, rivais e fãs. Sem pessoas de relações públicas. Como bônus, a família também entregou filmagens raras, garantindo o tipo de acesso que nunca tivemos antes.

Mais do que tudo, este documentário lindamente elaborado prova porque Michael vai cair como um dos maiores nomes de todos os tempos, como se sete títulos mundiais já não fossem uma razão boa o suficiente. Também revela coisas que nunca esperamos de Schumacher e nos faz apreciar ainda mais o tempo que ele passou na F1. Se ainda não viste o documentário, garantimos que não é perda de tempo!

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